quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Reforma política: distritão só afasta cada vez mais sociedade da política

Faço política todo santo dia de minha vida, me posiciono sobre o que penso, participo de organizações socais, participo de decisões de minha comunidade e até mesmo do município. Mas há um espaço que eu assim como a maioria da população não consegue chegar ainda sem que seja realmente pelo voto consciente e por isso boa parte das pessoas que converso afirma a seguinte frase: “não gosto de política, todos são iguais”.

Pois bem, quando esse cidadão afirma que não gosta de política e que todos são iguais acaba votando em qualquer um e inclusive no que ele afirma ser igual aos “outros”. Mas quem é esse outro? Imagina-se que esse outro na cabeça dessas pessoas seja mais um ladrão que virá, mas ele acaba votando e geralmente em troca de vantagens ou na corrupção eleitoral.

Mas na primeira crise administrativa de uma gestão é o primeiro a reclamar por falta de educação, saúde e outros direitos básicos. Pois é, se agente não votasse em qualquer um e escolhesse quem realmente tem um histórico de participação na comunidade, tem posição em defesa dos mais humildes, talvez agente errasse menos, não que isso seja uma garantia, mas acredito que sejam elementos para errarmos menos no voto.

Vejam bem, a proposta de reforma política que está sendo pensada em Brasília aprofunda ainda mais essa tese de que todos são iguais, beneficia os que tem dinheiro ou já detém mandatos, seja deputados, senadores e vereadores. Dentro da proposta existiria uma regra chamada de distritão.

Mas o que é isso? O distritão nada mais é, que determinar um território, e dentro desse território se elege os mais votados. Vamos pegar o exemplo do município de Jandaíra onde atuamos, o município será o distritão, concorrerão vários candidatos de vários partidos e quem tiver mais voto se elege vereador e os nove mais votados ocuparão as nove cadeiras.

Hoje não é assim, se elege por coligação, por mais que ainda seja perverso, mas se houver uma liderança capaz de ser bem votada numa coligação poderá correr o risco de se eleger pelos votos da coligação completa, ou como conhecemos, o famoso voto da legenda.

No distritão prevalecerá a estrutura do candidato e o individualismo em detrimento de um grupo, tornando quase que inviável a concorrência entre os mais fracos e pequenos com quem detém mais estrutura, quem detém um mandato, por exemplo.

No modelo atual embora se diga, votei em um e elegeu outro, por exemplo, o caso de Tiririca, em São Paulo, mas pelo menos os votos dados não são perdidos, no distritão quem perdeu também não se aproveita os votos e termina ganhando quem tem mais poder econômico novamente. Desse jeito o povo vai continuar sem a chance de começar a pelo menos iniciar uma compreensão sobre política, entender, por exemplo, que quando se diz que não gosta de política também é uma decisão política de não gostar e de não querer entender, mas que um dia terá que escolher por alguém e se entendesse poderia erra menos e ter mais saúde, educação, agricultura e etc.

E é exatamente o que a maioria dos deputados e senadores ladrões que estão ai hoje querem, um sistema que continue deixando o povo sego e no momento certo eles cheguem e comprem todo mundo. Isso se repete para a maioria das nossas cidades e ocupantes das cadeiras de vereadores de nosso país.

Jocelino Dantas Batista

PSDB se esconde no próprio vídeo


O esforço do PSDB para apresentar-se ao país como um partido bonzinho ao longo de um vídeo melodramático de dez minutos é um recorde universal de mistificação política.

Numa demonstração definitiva de que os personagens reais do partido de Fernando Henrique Cardoso e Aécio Neves, José Serra e João Dória, Geraldo Alckmin, Beto Richa e tantos mais não só enfrentam uma guerra interna profunda, mas não têm a menor credibilidade para falar olho no olho para a grande maioria de brasileiros, o partido  preferiu empregar rostos anônimos que lembram pessoas comuns para encenar sua mensagem política.

São pessoas que nunca pediram seu voto nem jamais ocuparam  qualquer qualquer função de responsabilidade política. Personagens ideais, que surgiram não se sabe de onde, para encenar uma farsa que tenta encobrir as responsabilidades de autoridades que todos conhecem: deputados, senadores, ministros, governadores, executivos e mesmo de um ex-presidente da República,  no grande crime político de nossa história recente.

Estamos falando do golpe parlamentar -- ou "encenação", como disse Joaquim Barbosa -- que derrubou uma presidente eleita por mais de 54 milhões de votos e atirou a República no ambiente de incertezas e impasses, no qual a democracia foi humilhada, a economia, semi-destruída,  e a sociedade estilhaçada num ambiente de incertezas e truculência.

Sabemos quem foram os protagonistas deste episódio infame -- jamais denunciado numa peça tucana que fala em autocrítica  -- iniciado logo após a contagem de votos de outubro de 2014. Acompanhamos o jogo sujo de cada minuto, o inconformismo diante das urnas  desfavoráveis, a armação junto aos grandes e pequenos corruptos de sempre, a pressão inclemente no Judiciário liderado por Gilmar Mendes e a mídia sob a batuta da TV Globo para sabotar uma decisão contra a vontade do eleitor. Nem é preciso lembrar, certo?

Seguindo a regra de um velho ministro da Fazenda tucano ("o que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde") o vídeo apaga e omite o papel de protagonistas e coadjuvantes do PSDB, de modo que a História se resume a uma fábula para adultos infantilizados e imbecilizados.

Todos os males do país de 2017, com o maior desemprego da história, o desmanche de conquistas que são fruto de décadas de lutas são atribuídos desonestamente a uma causa única: o presidencialismo. Trata-se, como sabemos, do regime político que o povo aprovou e defendeu em dois plebiscitos. Como todos os outros, é um sistema que possui inúmeros e imensos defeitos mas, ao contrário dos demais, é aquele que representa a principal brecha de democracia que foi possível construir num sistema de poder fechado e oligárquico ao longo de 500 anos de história -- o voto direto para escolha dos governantes, a começar pela presidência da República.

Como já havia feito na Constituinte, em 1988, seguindo o exemplo dos antecessores reacionários que emparedaram João Goulart, em 1962, o partido de coronéis e raposas sem voto agora se declara parlamentarista.

Referência política e ideológica do estado de barbárie em que o país se encontra, do qual Michel Temer, Eduardo Cunha & aliados são executores disciplinados ainda que particularmente interesseiros e gananciosos, o PSDB é a grande escola de quadros do momento.

É a matriz inspiradora desse triste momento histórico no qual nenhum problema importante foi resolvido, todos foram agravados --e novas dificuldades foram criadas no caminho de uma população que não desiste de encontrar seu destino.

No esforço para apagar suas próprias responsabilidades pelas tragédias de um país no qual tem o direito --  como nenhum outro depois da velha UDN -- de apresentar-se como representação da classe dominante, o PSDB assume a postura irresponsável de quem, na falta de argumento melhor, resolve colocar a culpa "no sistema". Quer dizer, no povo. Mais claramente, na democracia. Mais do que nunca, como se vê, é prudente recorrer ao serviço de homens e mulheres anônimos.

Parte da estratégia de impedir a realização de eleições livres e limpas em 2018, quando é exatamente o adversário de 1989, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010 e 2014 que se encontra à frente das pesquisas, o partido aposta no tumulto, no velho tapetão à brasileira, no bico de pena da Republica Velha, de eleições arranjadas e vencedores conhecidos de antemão.

A agit-prop do PSDB é tão desonesta que, no esforço para embelezar o parlamentarismo como promessa de estabilidade e garantia de bem-estar, esqueceu de lembrar a origem das duas principais tiranias da Europa civilizada do século XX, onde o fascismo italiano e o nazismo alemão são produtos inegáveis de crises de regimes parlamentaristas. Adolf Hitler jamais obteve a maioria dos votos dos alemães. Seu caminho foi aberto pelos impasses e omissões de um parlamento incapaz de apontar uma saída responsável para o desemprego e o empobrecimento que atingia um nível trágico nos anos seguintes a  Primeira Guerra, acentuados pela crise de 1929. Benito Mussolini assumiu o poder por decisão do Rei Vitório Emmanuel, que dissolveu o parlamento para entregar o país aos fascistas, que governaram a Itália por 20 anos.

Com todas as distâncias e diferença que é preciso reconhecer, estamos falando de um jogo que envolve  nosso o futuro. Procurando embelezar o golpe, Michel Temer diz que o Brasil chegou ao semi-parlamentarismo. O PSDB quer completar a obra.

Paulo Moreira Leite
jornalista e escritor e diretor do 247 em Brasília

HERDEIRA DIZ QUE VAI DOBRAR DOAÇÃO A LULA APÓS PROIBIÇÃO


Juiz paulista determinou que Roberta Luchsinger, herdeira de um ex-acionista do banco Credit Suisse, pague um débito de R$ 62 mil com uma loja antes de doar dinheiro a alguém; Roberta havia anunciado a doação de R$ 500 mil ao ex-presidente Lula, após ele ter os bens bloqueados por Sergio Moro; ela define a decisão contra ela como "perseguição"; "Depois de quererem bloquear a doação ao Lula, eu decidi dobrar", anunciou ainda, pelo Twitter.

A Justiça paulista determinou que Roberta Luchsinger, herdeira de um ex-acionista do banco Credit Suisse, pague um débito de R$ 62 mil com uma loja antes de doar dinheiro a alguém.

A decisão do magistrado Felipe Albertini Nani Viaro, da 26º Vara Cível, veio na esteira do anúncio feito por Roberta de que iria doar R$ 500 mil para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após ele ter os bens bloqueados por decisão do juiz federal Sérgio Moro, no âmbito da Lava Jato. 

Pelas redes sociais, a herdeira definiu a decisão do magistrado como "perseguição" e anunciou que irá dobrar a oferta ao petista. "Depois de quererem bloquear a doação ao Lula, eu decidi dobrar", anunciou, pelo Twitter.

"Acho que a partir de agora, baseado na decisão do juiz que quer me impedir de doar para o Lula, confirmando assim a perseguição contra o presidente, deveria ser proibida qualquer doação a seja quem fosse. A começar pelas empresas que doam ao Doria por exemplo, será q estão todas ok? Será que esse juiz não gostaria de pegar e fazer essa análise ?!! Juristas de plantão , o que pode ser feito? Se não pode pra um , não pode pra outro....", postou Roberta no Facebook.

A decisão do juiz foi lastreada em um pedido de execução feito por uma loja de móveis por conta de uma dívida de R$ 62 mil que teria sido contraída por Roberta. "Advirta-se, ainda, que deverá abster-se de qualquer ato de disposição graciosa dos bens até que pague a integralidade da dívida", destaca a decisão. 

A Justiça determinou, ainda, um prazo de dez dias para que Roberta Luchsinger possa "indicar bens passíveis de penhora, sob pena de se considerar praticado ato atentatório à dignidade da Justiça, sujeito a multa no valor de até 20% do valor atualizado do débito em execução".

Brasil 247

Fátima: “Pseudorreforma política vai aprofundar o abismo entre o Parlamento e a sociedade”


A senadora Fátima Bezerra fez, nesta quarta-feira (16), duras críticas à proposta de reforma política em discussão na Câmara dos Deputados (PEC 77/2003).  Para ela, o que chamou de “pseudorreforma” vai aprofundar ainda mais a crise que afeta a representatividade do sistema político.  

“Nós reconhecemos que é extremamente necessária a reforma política, mas que necessita, antes de mais nada, de ser amplamente debatida com a sociedade, porque, do contrário, essa pseudorreforma vai aprofundar a crise que afeta o sistema político, aumentando ainda mais o abismo que existe entre o Parlamento e a sociedade”, disse.

Fátima lembrou que o Partido dos Trabalhadores voltou a defender, no seu VI Congresso, o financiamento público de campanha. “O PT sempre foi contra o financiamento empresarial a partidos e campanhas. Não podemos aceitar um retrocesso inimaginável que seria a volta do financiamento empresarial. No entanto, não apoiamos esse valor que a Câmara está apresentando, de R$ 3,5 bilhões. Isso é um exagero! O valor do financiamento pode ser bem menor”, criticou.

A senadora fez questão de destacar que o partido também defende o sistema de voto proporcional com lista partidária preordenada, a cláusula de desempenho, federações partidárias e mecanismos que possibilitem uma maior participação feminina na política.  “Defendemos campanhas mais simples, mais modestas, mais pé no chão; campanhas com mais ideias, mais debates, campanhas, portanto, com menos marketing, menos pirotecnia e menos personalismo. Defendemos uma reforma política que tenha um olhar de gênero, que inclua mecanismos para promover a participação política das mulheres”, completou.

PNE

Durante seu pronunciamento, a senadora Fátima Bezerra também repudiou o fato de o presidente Michel Temer ter colocado, entre os mais de 40 vetos do governo à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2018, artigo que priorizava a execução das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A parlamentar lembrou que o PNE não é uma agenda qualquer, mas uma agenda decisiva para garantir a melhoria da educação e, portanto, um futuro melhor para o país. 

 “Este Governo que está aí, não tem nenhum compromisso com o marco legal que deve, de acordo com lei, nortear as políticas educacionais até 2024, que é o nosso Plano Nacional da Educação, que garante o cumprimento do que determina a nossa Constituição Cidadã na área da educação. O Governo Temer está jogando o PNE na lata do lixo. É um ato, além de irresponsável, antipedagógico deste Governo ilegítimo. Este Congresso tem que se levantar, tem que se posicionar. Isso é um desrespeito! Temos que exigir a derrubada desse veto”, sugeriu a senadora, que é professora.

Cosems e gestores montarão grupo de trabalho visando construção de proposta para manutenção de hospitais atingidos por TAC


Momentos antes de iniciar a 211ª reunião ordinária do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Norte (Cosems-RN), a diretoria do Colegiado esteve reunida nesta quarta-feira (16), no Hotel Monza Palace, em Natal, com gestores de sete municípios afetados pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, o Ministério Público do Estado (MP), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Assinado em julho deste ano, o TAC tem o intuito de reavaliar e reordenar a rede estadual de saúde, provocando o fechamento de algumas unidades hospitalares, como o Hospital Regional Professor Dr. Getúlio de Oliveira Sales, (Canguaretama), Hospital Regional Dr. Aguinaldo Pereira (Caraúbas), Hospital Regional de João Câmara, (João Câmara), Hospital Regional Dr. Odilon Guedes (Acari), Hospital Regional de São Paulo do Potengi (São Paulo do Potengi), Hospital Regional de Angicos (Angicos) e o Hospital Regional de Apodi (Apodi); isso devido a vários problemas estruturais e de procedimentos encontrados nestes estabelecimentos após auditoria do TCE.

Durante o encontro com os gestores desses sete municípios, a presidente do Cosems-RN, Debora Costa, foi enfática ao mostrar o posicionamento contrário do Colegiado em relação ao fechamento desses hospitais regionais. “Somos absolutamente contrários ao fechamento destas unidades de saúde. É importante que os gestores se mobilizem politicamente e tragam seus prefeitos – através da Federação dos Municípios [FEMURN] – e deputados para esta discussão”, frisou. 

Ainda no encontro, os gestores dos municípios atingidos pelo TAC também mostraram a importância de se manter os serviços já existentes nas localidades. Como resultado do debate, ficou decidido que os gestores e Cosems elaborarão documento propondo alternativas de transformação destes hospitais. “É importante que construamos uma proposta viável – tecnicamente e politicamente – para redefinir o perfil destas unidades de saúde para que possamos apresentar mais à frente em audiência com as autoridades competentes”, finalizou Debora. 

Fátima cobra liberação de emendas para Segurança Pública do RN



Durante pronunciamento em Plenário, a senadora Fátima Bezerra cobrou, nesta quinta-feira (17), a continuidade da Força Nacional de Segurança no Rio Grande do Norte e a liberação de duas emendas de bancada para o estado, que beneficiariam a área de segurança.

As duas emendas apresentadas ao Orçamento da União de 2017 foram contingenciados pelo governo federal. Os recursos seriam destinados para aquisição de veículos e de equipamentos, além da implantação de um Sistema de videomonitoramento, na região metropolitana de Natal.

Na tarde desta quinta-feira, a bancada do Rio Grande do Norte se reúne com o presidente Michel Temer para tratar da crise de segurança do estado. Em função de compromissos já agendados, a senadora não vai participar da audiência.  “Em nome da população do Rio Grande do Norte, que vive momentos dramáticos em razão da violência que se agravou em Natal e em todo o estado, desejo que a audiência com o Presidente da República seja  produtiva; que não fique apenas em promessas”, disse.

A senadora disse esperar que a bancada federal do Rio Grande do Norte consiga assegurar a liberação dessas duas emendas destinadas à segurança pública, no valor de R$ 18 milhões. Esses recursos podem ser utilizados para estruturação e modernização das Polícia Civil e Polícia Militar, polícias técnica e científica, Corpo de Bombeiros Militar e guardas municipais, além da modernização do sistema segurança pública, de inteligência e de investigação”, completou.

Fátima lamentou ainda os altos índices de violência divulgados recentemente pelo OBVIO – Observatório da Violência Letal Intencional do RN. De 1º de janeiro até 13 de agosto de 2017, foram registradas 1.518 mortes violentas, um aumento de 25,6% em relação a 2016. “A população do estado está totalmente à mercê da bandidagem. Já se foi o tempo, por exemplo, que a gente ainda trafegava pelas estradas com uma certa segurança. Isso acabou! O cenário lá do Rio Grande do Norte é um cenário de guerra, um cenário desolador. E eu não estou dizendo aqui que isso é um problema só do Rio Grande do Norte; e um problema nacional”, ressaltou. 

Fátima destacou que,  além de  buscar a liberação das emendas de 2017, articulará com a bancada a apresentação de novas emendas para a segurança, a serem incluídas no Orçamento Geral da União de 2018.

PREFEITURA DE GUAMARÉ VAI RECORRER DE DECISÃO DO PLENO DO TRIBUNAL DE CONTAS


Em razão de uma nota distribuída pela Assessoria de Imprensa do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte-TCE, na tarde desta terça-feira, 15 de agosto, a Prefeitura de Guamaré vem de público prestar esclarecimentos, através de nota abaixo.

Nota à imprensa

O prefeito de Guamaré, Hélio Miranda da Fonseca comunica que irá recorrer ao Pleno do Tribunal de Contas do Estado. A orientação do prefeito à sua assessoria jurídica é que sejam fundamentadas as justificativas que levaram a decisão do Executivo a autorizar o pagamento de horas extras aos professores municipais, integrantes da Orquestra Petrobras e aos prestadores de serviços que integraram o convênio entre a prefeitura de Guamaré e o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. A confiança do prefeito na revisão da decisão está na convicção de que o ato administrativo ora questionado pela segunda Câmara do TCE apenas retribuiu aos servidores a dedicação e o trabalho proporcionados à população de Guamaré.

Assessoria de Comunicação


Fique por dentro da sessão plenária da Câmara de Vereadores de Jandaíra.

Sessão da Câmara de Vereadores de Jandaíra da última segunda, dia 14 de agosto, teve na ordem do dia teve a aprovação do projeto de Lei Nº 12/2017 que altera a lei municipal Nº 347/2013 que trata da estrutura do Conselho Municipal de Assistência Social. Já o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) 2017 ainda ficou em tramitação na casa para pauta das próximas sessões. Não houve matérias por iniciativa dos vereadores.

O grande expediente teve a abertura com o presidente da casa, Severino Matias Filho (PMDB) anunciando que a partir daquela sessão cada vereador só teria permissão para conceder um aparte ao outro, caso estivesse tratando de um determinado assunto. O vereador Ivanaldo Alexandre trouxe os sentimentos de pesares pelo falecimento de Classea Veras, tia da prefeita Marina, falecida na semana passada por um grave Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O vereador ainda aproveitou para agradecer a secretaria de urbanismo por atender o pedido do Padre Naldo em colocar as luzes da praça da Igreja Matriz. O vereador e líder da Prefeita, Ricardo Paulino (PMDB), também lamentou o falecimento da tia da prefeita e fez um comentário de reflexão do sentido da vida e da convivência política harmônica, respeito mutuo com as pessoas, cidadãos, colegas de câmaras e sobre tudo no meio político.

O vereador Gilvanir Martins (PMDB) fez um resgate histórico de sua atuação de parlamentear na casa e lembrou que em mais de 18 anos que teve nos mandatos a maioria quase que absoluta foi na oposição e embora tenha sido eleito com a prefeita, mas que bem recente teria rompido e agora continuar novamente nas trincheiras da oposição. Por fim aproveitou para fazer uma cobrança e ao mesmo tempo uma reclamação: segundo o mesmo o carro da feira faz duas semanas que não vai pegar os feirantes da comunidade de Tubibal e Cabeço se quer ninguém avisa nem dar uma satisfação.

De prontidão o líder da prefeita, vereador Ricardo paulino assumiu que realmente estava havendo o problema e que tinha solicitado a resolução e que breve acreditava que seria resolvido. O vereador Roberto Mendes (PRB) mais uma vez trouxe uma reflexão sobre a falta de compreensão da massa, ou seja, da população sobre o papel do vereador, a participação da população nas sessões da Câmara e o verdadeiro acompanhamento das discussões da casa e a atuação individual de cada parlamentar dentro e fora da casa.

O vereador Ricardo mais uma vez pediu a palavra para parabenizar todos os pais jandairenses pela passagem do dia dos pais no último domingo. O vereador Raimundo Farias (PMDB) ressaltou que diante as palavras do vereador Roberto Mendes afirmando que a casa só ficava cheia de gente quando havia o que classificou de “chafurdo” se referindo as grandes sessões lotadas na gestão passada.

 O presidente da casa, Severino Matias Filho também se manifestou com pesar pelo falecimento da tia da prefeita, Classea Veras e ressaltou que desde o inicio da legislatura vem acontecendo um debate sadio na casa e que o espaço é para isso mesmo, desde que sejam debates que contribuam com o desenvolvimento do município o esse é o espaço, reforçou o presidente. O presidente ainda pediu que o líder da prefeita desse as respostas sobre a questão do veterinário cobrado pelo vereador Joilson na sessão passada e a quatão da estrada de Santa Inês, de pronto o vereador Ricardo afirmou que ainda essa semana a prefeita estaria contratando o veterinário e que a estrada de Santa Inês no máximo em mais uma semana estaria sendo dado o inicio.

Matias ainda continuou afirmando que os debates são sadios e que a gestão está tentando fazer o que pode, nem tudo ao mesmo tempo, afinal muitas coisas estavam por fazer no município, mas que na medida do possível ia fazendo. Afirmou ainda que achava muito cedo para debates políticos partidários.

Por fim avisou que estava indo no dia 15 ao fórum para participar da recontagem de votos marcada pela juíza eleitoral sobre o resultado da eleição proporcional em Jandaíra. Veja a integra da sessão do áudio a seguir.




Representantes da sociedade civil e do governo discute a implementação do Programa Garantia Safra 2017-2018

Aconteceu ontem (16), na Câmara de vereadores de João Câmara, a reunião de implementação do Programa Garantia Safra para a safra 2017-2018. Na reunião foi apresentado do balanço das safras 2016-2017 e os bloqueios de beneficiários do programas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por indícios de irregularidades.

Participaram da reunião secretários municipais de agricultura, representantes de Sindicatos de Trabalhadores Rurais, de Conselhos Municipais de Desenvolvimentos Rural Sustentável e técnicos dos escritórios locais da EMATER.

estiveram presentes, representando a Secretaria Especial da Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (SEAD) a Coordenadora Nacional do Programa, Dione Freitas, o prefeito do município de João Câmara, Mauricio Caetano, a coordenadora estadual do Programa na Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (SAPE), Magnalda Fontoura e a consultora do Programa no RN, Geane .









GOVERNADOR DO RN EMBOLSAVA R$ 100 MIL POR MÊS, DIZ DELATORA


Em depoimento de delação premiada ao Ministério Público Federal, a ex-procuradora da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Rita das Mercês, revelou que o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), recebia R$ 100 mil por mês até o ano de 2010, do suposto esquema de indicação de funcionários fantasmas na Assembleia; delação da servidora embasou a Operação Anteros, da Polícia Federal, deflagrada nesta terça-feira, 15.

Em depoimento de delação premiada ao Ministério Público Federal, a ex-procuradora da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Rita das Mercês, revelou que o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), recebia R$ 100 mil por mês até o ano de 2010, do suposto esquema de indicação de funcionários fantasmas na Assembleia. 

A delação da servidora embasou a Operação Anteros, da Polícia Federal, deflagrada nesta terça-feira, 15, por decisão do ministro Raul Araujo, da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça.

Segundo a ex-procuradora, 'Robinson Faria contava com a sua colaboração e com o auxílio do então secretário administrativo da Casa Rodrigo Marinho'. Rita das Mercês citou, ainda, outros supostos 'colaboradores' do esquema do governador – a então assessora da Presidência da Assembleia, Magaly Cristina da Silva, da servidora da folha de pagamento Marlucia Maciel Wilson Chacon, Ubaldo Gesteira, Débora Katia e Francisco Edson Carvalho.

Rita foi presa na Operação Dama de Espadas, apontada como organizadora dos esquemas de desvios na Casa. Ela ficou presa por alguns dias e acabou solta por força de habeas corpus. Rita procurou o Ministério Público Federal para delatar os envolvidos.